segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Boas Novas - Crédito bancário tem crescimento recorde nos oito anos do governo Lula

O crédito bancário chega ao final de oito anos de governo Lula com expansão recorde, o que estimulou o consumo das famílias e ajudou o Brasil a superar a crise financeira internacional de 2008 e 2009.

Ao término do primeiro ano do governo Lula o saldo das operações de crédito no país estava em R$ 418,258 bilhões, correspondentes a 24,6% do Produto Interno Bruto (PIB). Nos anos seguintes – 2004 (25,7%) e 2005 (28,3%) -, a expansão continuou, com aumento da intensidade a partir de 2006 (30,9%), último ano do primeiro mandato de Lula.

Essa relação entre crédito e PIB ficou em 35,2%, em 2007, 40,8%, em 2008, e em 45% em 2009. Em novembro de 2010, chegou a 46,3%, com saldo de R$ 1,678 trilhão. A expectativa do Banco Central (BC) para o fim deste ano é que chegue a 47%.

“O governo quis expandir o mercado interno de consumo de massa por meio da disponibilidade de crédito para as empresas, principalmente via BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social], e para os indivíduos. Foi uma política de governo gerar crescimento a partir do crédito”, disse o professor de economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Reinaldo Gonçalves.

O ex-diretor do BC Carlos Eduardo Freitas avalia que a expansão do crédito veio acompanhada da redução da taxa básica de juros (Selic), que iniciou o governo em 25,50% ao ano e encerrou 2010 em 10,75%. “A taxa de juros real [Selic, descontada a inflação] despencou de 2006 em diante. Isso levou os bancos a procurarem melhores aplicações do que os títulos do Tesouro [remunerados pela Selic]”. Com isso, explica Freitas, aumentou a oferta de crédito pelas instituições financeiras que antes preferiam aplicar o dinheiro em títulos públicos.

Mas a expansão recorde do crédito trouxe, recentemente, preocupações. Uma delas é o aumento do endividamento das famílias. Por isso, o governo decidiu tomar medidas preventivas, com restrições na oferta de crédito pessoal e para a compra de veículos.

“As medidas tranquilizam no sentido de que o Banco Central está olhando e monitorando o endividamento. Vão moderar a velocidade [da expansão do crédito]”, disse Freitas. Para ele, no Brasil, as pessoas estão acostumadas a esperar a atuação do governo somente quando há crise.  “Não é assim. Agora é uma prevenção”.

O economista da LCA Consultores Douglas Uemura disse que a inadimplência está baixa atualmente. Segundo o Banco Central, em novembro deste ano, a taxa de inadimplência para as famílias ficou em 5,9%, o menor nível desde junho de 2001, quando ficou em 5,5%. No caso das empresas, a inadimplência ficou em 3,6%.

Na avaliação de Uemura, entretanto, pode haver ligeiro aumento da inadimplência em 2011,. “A indústria está crescendo em ritmo mais lento, as contrações [de trabalhadores] devem mostrar moderação nos próximos meses e o ritmo de expansão da renda deve diminuir, o que afeta a inadimplência. Mas está longe de ser um cenário de crescimento explosivo da inadimplência”, afirmou.

Mas, para Gonçalves, o nível de inadimplência acende o sinal amarelo. “Estamos em uma trajetória de alto risco, com esse endividamento muito grande das famílias, das empresas e do governo. Estamos em trajetória de superendividamento generalizado no país”, disse.

Outro problema é que o aumento da procura por produtos estimula a inflação. Assim, além de prevenir a expansão da inadimplência, as medidas adotadas pelo BC podem frear a procura por financiamento de longo prazo de bens de consumo – eletrodomésticos, por exemplo, e principalmente carros. Um dos efeitos esperados é o aumento das taxas de juros, o que desestimula a tomada de crédito.
No início do governo, o saldo de crédito para a aquisição de bens estava em R$ 31,677 bilhões. Desse total, cerca de R$ 23 bilhões eram de financiamento de veículos. Em novembro deste ano, o saldo de crédito para a compra de bens era de R$ 146,198 bilhões, sendo R$ 136,302 bilhões só com o financiamento de veículos.

Além de restringir o crédito para bens de consumo, no início deste mês, o BC reverteu os estímulos adotados durante a crise financeira internacional. O BC elevou os depósitos compulsórios, recursos que os bancos são obrigados a depositar na instituição. Assim, saem de circulação R$ 61 bilões o que reduz a disponibilidade de crédito dos bancos.

Durante a crise financeira internacional, a atuação do BC foi de estímulo ao financiamento: reduziu os depósitos compulsórios, estimulou a compra de carteiras de crédito de bancos menores por instituições financeiras maiores e vendeu parte de suas reservas internacionais para atender exportadores com linhas de crédito. Os bancos públicos também entraram em campo para aumentar a oferta de crédito.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Retrospectiva da Década - A dupla derrota da direita em 2010

A oposição conservadora perdeu a eleição presidencial e afundou-se no pântano da desagregação. Para o futuro, precisará decifrar o enigma da enorme aprovação popular de Lula no final do governo.

Por José Carlos Ruy

A direita, capitaneada pelo PSDB e pelo DEM, com o PPS como coadjuvante, sofreu uma dupla derrota em 2010.

A primeira foi causada pela alienação de dirigentes políticos que não compreenderam as mudanças políticas ocorridas nos últimos oito anos e acreditaram que seu discursinho chocho baseado na “competência” e na “boa governança” ainda podia sensibilizar um eleitorado beneficiado porque governo que, pela primeira vez em décadas, teve o bem estar do povo e da economia e a soberania nacional entre suas principais prioridades. Foi a derrota da alienação de gente que nunca falou a linguagem do país e dos brasileiros, mas a dos donos do dinheiro. Vivendo ainda em um passado político superado, sonharam com uma vitória fácil sobre a candidata das forças democráticas, progressistas e patrióticas, fizeram uma iníqua campanha eleitoral e perderam.

A outra derrota foi a da soberba. O candidato tucano, autoungido para a disputa presidencial, colecionou adversários particularmente entre seus próprios partidários e aliados. Agindo como se tivesse direito por la gracia de dios ao mandato presidencial após Lula, como os fundamentalistas religiosos que o cercaram pareciam crer, começou fugindo de qualquer consulta democrática dentro de seu próprio partido, atropelou as pretensões do tucano mineiro Aécio Neves, fez uma campanha errática, e perdeu, deixando um saldo de desagregação dentro de seu próprio partido, o PSDB.

A derrota da alienação
Estas duas derrotas começaram a ser desenhadas já no final de 2009, quando houve o embate com Aécio Neves. E a pretensão tucana era do tamanho do bico da ave. A campanha ainda não estava oficialmente nas ruas e a revista Veja pretendeu fincar a imagem de Serra como um “pós-Lula”. Imaginaram que a autopropaganda de um Serra mais preparado o ajudaria a vencer uma Dilma que, diziam, era o “poste de Lula”. Calculavam que, mal aberta a campanha eleitoral e a propaganda no rádio e na tevê, Serra decolaria. Mas sua carreira foi, como registrou naqueles meses o jornalista Elio Gaspari, uma cavalgada rumo ao nada.

Para desespero do tucanato, já no início de julho Dilma e Serra estavam empatados nas pesquisas de opinião, na faixa dos 39%, e a popularidade de Lula explodia, beirando os 80% e alimentando as expectativas favoráveis em relação a Dilma Rousseff, numa projeção crescente que se manteve até o final da disputa e consagrou a vitória de Dilma e das forças avançadas reunidas em torno de sua candidatura. Era a “onda vermelha” que já se prenunciava.

Serra colecionou descalabros. A escolha do vice foi um desastre provocado pela prepotência do candidato, que não levou em conta nem ouviu seus aliados e, no final, improvisou indicando um vice sem envergadura para o segundo principal posto da República, o de substituto legal do presidente. E que trouxe consequências danosas para uma aliança política trincada como a que se reuniu em torno de José Serra.

O destempero tucano face a uma realidade política que se recusava a seguir o roteiro imaginado pela politicologia emplumada começou a se traduzir também na baixaria que passou a dominar a campanha. Serra ainda mantinha um comportamento ambíguo. Ora ainda se apresentava como um “pós-Lula” e uma espécie de herdeiro ilegítimo do presidente (chegou a apresentar, indevidamente, a imagem de Lula em seu programa de televisão). Mas usou imagens fortes e caluniosas, sugerindo a conivência do governo com o tráfico de drogas, com as FARC e com a criminalidade, e a complacência o governo boliviano que, disse Serra, era cúmplice do contrabando de drogas para o Brasil.

Ainda em maio, Serra introduziu o tema do aborto na campanha, reafirmado numa sabatina na Folha de S. Paulo (“considero o aborto uma coisa terrível”, disse), caro aos religiosos mais carolas e conservadores, na campanha eleitoral. Era um afago na hipocrisia conservadora que, algumas semanas depois, custaria caro ao candidato tucano.

Se a derrota não tem paternidade assumida, o prenúncio dela não é um bom conselheiro – foi o que se assistiu nos arraiais tucanos desde o mês de julho, quando a campanha de José Serra caminhava aos cambalhões. O tucano apelou para o “discurso do medo” e começou o festival de acusações falsas, saídas da boca do candidato, do vice, de seus aliados ou da grande mídia. O noticiário e a campanha foram inundados, assim, com acusações de espionagem do segredo fiscal de um cardeal tucano, Eduardo Jorge, que serviria para elaborar um dossiê anti-Serra. Depois, as acusações envolviam também a filha do candidato, Verônica, como vítima de espionagem. Depois começaram as alegações de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva rompia com a liturgia (e com uma pretensa neutralidade partidária) do cargo ao participar da campanha de Dilma.

Mesmo assim, a derrota tucana ia ganhando cores firmes e fortes. No início de agosto, um mês depois da abertura oficial da disputa, a popularidade de Lula seguia na casa dos 80%, a rejeição ao nome de José Serra era alta, e Dilma abria uma vantagem de dez pontos sobre ele.

Já em meados de agosto o gosto da derrota aparecia em previsões de que a eleição seria decidida no primeiro turno, e a favor de Dilma, cujo desempenho nas pesquisas era crescente, repetindo aliás a aprovação do presidente Lula e de seu governo.

Calúnias e mentiras
A cara feia da derrota começava a aparecer no próprio campo tucano, onde candidatos a governador do PSDB ou aliados de Serra escondiam qualquer referência a seu nome em seus santinhos, adesivos e cartazes para não contaminar suas próprias candidaturas com a rejeição ao candidato da direita. Calculou-se na época que os Estados onde Serra era rifado por seus próprios aliados tinham, juntos, nada menos que 94 milhões de eleitores (70% do eleitorado nacional).

O mau desempenho de Serra e a tentativa de construir obstáculos para Dilma caminharam juntos. Em setembro Serra mudou seu slogan de campanha para uma hipotética — e defensiva — “hora da virada" e seus partidários passavam agora a rezar por um fato bombástico que pudesse mudar o quadro. As acusações de espionagem na Receita Federal se acentuaram, os ataques midiáticos contra a candidata se repetiam e, mesmo assim, o eleitorado parecia indiferente a eles, e as pesquisas de opinião mostravam que Dilma continuava muito à frente de Serra no apreço popular.

Pode-se ouvir então outro mantra nos acampamentos tucanos, o mantra da “mexicanização” entoado por analistas tucanos que, ante a derrota, viam uma evolução político-eleitoral semelhante ao que ocorreu no México cuja política foi dominada, entre a década de 1930 e o ano 2000, por um único partido o PRI (Partido Revolucionário Institucional), que elegeu todos os presidentes naquele período. Argumento pobre, que não prosperou até mesmo porque se o Brasil não é o México, o PT e seus aliados não formam um PRI e a escolha do presidente da República é uma prerrogativa livre do eleitorado.

Teses igualmente esdrúxulas e desqualificadoras da escolha popular começaram a circular, como aquela segundo a qual a democracia requer alternância de partidos à frente da Presidência. Ora, quem escolhe os ocupantes do mais alto cargo da nação não são “teóricos iluminados” em busca da legitimação de seus próprios interesses, mas o eleitor que manifesta sua vontade na solidão da urna eletrônica.

Em setembro, no auge do desespero tucano, a revista Veja socorreu Serra com as acusações contra a ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra e seu filho, por tráfico de influência. A Folha de S. Paulo tentou engrossar o caldo com uma denúncia de irregularidades no BNDES que caiu no ridículo quando o próprio banco estatal divulgou uma nota deixando claro foi o desconhecimento do jornal e de seu repórter sobre os critérios de funcionamento da instituição que fundamentou uma denúncia tão estapafúrdia como a tentada pelo diário paulistano.

Apesar do bombardeio, Dilma parecia refratária aos ataques e continuava favorita nas pesquisas, a ponto do diário espanhol El País prever, no dia 20 de setembro, que José Serra teria uma “derrota humilhante” em 3 de outubro.

A retórica da baixaria foi fortalecida, quase na véspera da eleição, pela exibição pelo programa eleitoral de Serra de vídeos extremamente ofensivos aos partidários de Dilma, retratando-os como pitt bulls e demolidores da democracia. A reação negativa foi tão forte que Serra não teve outra alternativa senão renegar publicamente aquelas peças publicitárias que, suspeita-se, ele próprio teria aprovado mas diante do insucesso disse desconhecer sua autoria.

Dilma chegou à véspera da eleição com 55% das intenções de voto, Lula com a aprovação recorde de 85% ao seu governo. Mas o eleitor decidiu dar um tempo e levar a decisão para o segundo turno, e Dilma não alcançou a maioria necessária para vencer em 3 de outubro. Ela teve 47,6 milhões de votos (47% do total), Serra teve 33 milhões (32,6%) e, uma surpresa, Marina Silva teve 19,6 milhões (19,3%).


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terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Boas Novas - Brasil vence ação contra Estados Unidos, na OMC, sobre suco de laranja


A Organização Mundial do Comércio (OMC) considerou ilegais as medidas antidumping aplicadas pelos Estados Unidos ao suco de laranja brasileiro, informou hoje (20) o Itamaraty. A decisão é preliminar e as duas partes podem recorrer. Somente em fevereiro de 2011, a organização dará a palavra final sobre o assunto e poderá até estabelecer retaliações comerciais aos EUA.

Desde setembro de 2009, o Ministério das Relações Exteriores questiona, na OMC, a fórmula de cálculo usada pelos Estados Unidos para determinar se existe dumping nas exportações brasileiras de suco de laranja. De acordo com o Itamaraty, a metodologia exagera as margens de dumping e prejudica os produtores brasileiros.

Por meio do dumping, um país vende ao exterior produtos abaixo do preço de mercado, eliminando a produção doméstica do país comprador pela concorrência desleal. Pelo mecanismo conhecido como zeramento, os Estados Unidos desconsideram alguns negócios com preço maior que o de mercado, o que descaracterizaria o dumping.

Ao aplicar medidas antidumping, os Estados Unidos sobretaxam os produtos brasileiros, que pagam tarifa extra para entrar no mercado norte-americano, além do imposto de importação. Dessa forma, a mercadoria do Brasil fica mais cara nos Estados Unidos, o que desestimula as vendas.
De acordo com o Itamaraty, os norte-americanos têm sofrido condenações semelhantes na OMC pelo método de aplicação das medidas antidumping para outros produtos. Apesar da oposição da organização comercial, os Estados Unidos, afirma o Brasil, continuam a prejudicar as vendas de suco brasileiro.
Maior exportador mundial de suco de laranja, o Brasil vende para o exterior US$ 1,7 bilhão por ano. Desse total, cerca de US$ 400 milhões destinam-se apenas aos EUA.

Em nota, o Ministério das Relações Exteriores informou que não pode se pronunciar sobre o conteúdo da sentença porque o relatório provisório da OMC é confidencial. O Itamaraty, no entanto, expressou satisfação. "O governo recebeu com satisfação as determinações do painel e espera que sejam confirmadas no relatório final", informou o comunicado.

Essa é a segunda vitória comercial do Brasil contra os Estados Unidos nos últimos anos. Em dezembro de 2009, a OMC autorizou o país a retaliar os norte-americanos em US$ 830 milhões ao ano por causa dos subsídios concedidos pelos EUA aos produtores de algodão. Depois de negociações, o Brasil suspendeu a aplicação da medida por dois anos enquanto os dois países tentam encontrar uma solução.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

LULA DIZ QUE A ÚNICA COISA IMPOSSÍVEL É DEUS PECAR!

O presidente Lula da Silva disse no Palácio do Planalto que a “única coisa impossível é Deus pecar”. 

O governo Lula registrou em cartório com a presença de um tabelião. Na presença de ministros dos dois mandatos, Lula disse que entregaria uma cópia do balanço também para a imprensa política tucana mostrar o quanto de bom deixaram de mostrar ao povo brasileiros. De acordo com o presidente, alguns “jornalistas costumam retratar aspectos negativos do governo porque construir tem menos apelo que destruir”.

O presidente Lula afirmou que o governo transformou o combate à fome em causa nacional. Lula falou ainda da preparação do país para a Copa do Mundo de 2014 e para os Jogos Olímpicos e afirmou que a presidente eleita Dilma Rousseff e o ministro da Fazenda, Guido Mantega que vai continuar no governo, elevarão o Brasil a quinta economia e potência do mundo em 2016.

Terminou falando do vice-presidente José Alencar, ausente porque está internado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. “Duvido que algum governante no mundo tenha um vice igual ao que eu tive. Pode ter igual, melhor não”, reconheceu Lula.

Do Blog

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

PASSADO, PRESENTE E FUTURO EM MESMO PLANO*

EM MESMA
FREQUÊNCIA, VISÃO,
CHAMADA, CONTÉUDO,
SUB CONTEÚDO,
DIMENSÃO,
 CICLO..


*Informação Condensada

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

BOAS NOVAS - Salários sobem muito acima da inflação


O aumento da inflação não impediu que os acordos salariais firmados no quarto trimestre atingissem reajustes próximos à casa dos dois dígitos. De setembro a novembro, quando a maior parte dos sindicatos com data-base no segundo semestre negocia salários, a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) saltou 1,1 ponto percentual, passando de 4,3% nos 12 meses acumulados até 1º de setembro para 5,4% nos 12 meses acumulados em novembro.

Ainda assim, os 270 mil metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, cuja data-base é em novembro, conquistaram os mesmos 9% que os 102 mil metalúrgicos do ABC atingiram em setembro. O aumento real, no entanto, foi diferente - enquanto no ABC os salários tiveram um salto de 4,7% acima da inflação, em São Paulo e Mogi esse reajuste foi de 3,6%.

Se no primeiro semestre do ano o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) levantou que o equivalente a 87% das categorias obtiveram reajustes salariais acima da inflação - o maior percentual da série histórica do Dieese -, o segundo semestre, avalia José Silvestre, coordenador de relações sindicais do Dieese, "foi, no mínimo, igual". O Valor levantou dez categorias, em diferentes regiões do país, com data-base no segundo semestre e o "pior" aumento real que encontrou foi de 1,7%.

Para Vanderlei Sartori, diretor da Federação de Trabalhadores nas Indústrias de Alimentos do Paraná, o período entre julho e dezembro de 2010 pode ser chamado de "o melhor segundo semestre da história". Os quase 80 mil operários representados pela entidade tiveram um reajuste de 8,7% nos salários, embutindo um aumento de 3,1% acima da inflação.

A euforia do sindicalista paranaense foi dividida por comerciários de São Paulo e Florianópolis, trabalhadores na indústria têxtil de Caxias do Sul (RS) e de Blumenau (SC), garçons e gerentes de restaurantes e hotéis cariocas e eletricitários do Sergipe, que não tiveram reajuste real, mas tiveram sua dívida com o plano de saúde cortada em 42 pontos percentuais por mês e um abono de R$ 1 mil.

Antes deles, no começo do semestre, metalúrgicos de Campinas e São José dos Campos, em São Paulo, e de Curitiba, no Paraná, também conquistaram reajustes recordes, com taxas próximas à casa dos dois dígitos. Situação semelhante à de petroleiros e bancários que, em setembro e outubro, respectivamente, garantiram aumentos salariais de 9% nominais.

"Tivemos ganhos reais acima das nossas demandas mais otimistas", diz Sartori, para quem as empresas já se dispunham a conceder aumentos reais logo de partida, diferentemente das negociações tradicionais, em que oferecem apenas a reposição da inflação na primeira reunião. "Até nós ficamos surpresos", diz.

Cerca de 510 mil comerciários paulistas tiveram, neste mês, o maior reajuste salarial da década, depois que os sindicatos dos comerciários de São Paulo (470 mil trabalhadores) e Campinas, Valinhos e região (40 mil comerciários) conquistaram uma alta nominal de 7,5% nos salários.

Os quase 300 mil trabalhadores de indústrias químicas de São Paulo tiveram reajuste real de 2,8%, em acordo fechado no início do mês. Os 50 mil funcionários das mais de 6 mil padarias da Grande São Paulo tiveram, no mês passado, reajuste de 8,7% nos salários, sendo 3,14% acima da inflação. Segundo Francisco Pereira, o Chiquinho, presidente do sindicato, o momento de entusiasmo econômico facilitou nas negociações.

"Quando sentamos para conversar, os patrões sempre surgem com dados negativos, parece que estão falidos", diz Chiquinho, para quem "dá vontade de tirar as moedas do bolso e dar a eles". Chiquinho afirma que os sindicatos precisam estar "muito bem informados sobre a economia" para dialogar.

Os reajustes salariais expressivos são resultado de dois fatores combinados - o bom momento vivido pela economia, cujo Produto Interno Bruto (PIB) pode registrar avanço superior a 7,5% pela primeira vez em 24 anos, e a forte geração de empregos - saldo de 2,4 milhões de vagas formais criadas entre janeiro e outubro e queda na taxa de desemprego. Com isso, o trabalhador passa a ser "disputado" pelas empresas. Esse processo, explica Silvestre, do Dieese, dá aos sindicatos maior poder de barganha no momento de negociar acordos mais relevantes - seja nos salários, seja nas condições trabalhistas (cestas básicas, redução de jornada e horas extras).

"Conseguimos, neste ano, realizar pequenas paralisações e greves em grandes empresas, expediente que não realizamos há muito tempo", afirma Sartori, para quem as greves foram "decisivas" para os reajustes recordes.

"Nos últimos seis anos tivemos reajustes crescentes, culminando com este resultado de 2010, o melhor da década", diz Miguel Torres, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, que garantiu reajuste de 9% para os 270 mil trabalhadores no Estado, cuja data-base ocorre em novembro.
 
"O forte crescimento do país, puxado, neste ano, pela retomada da indústria, que sofreu mais a crise em 2009, ajudou a mobilizar os trabalhadores, que passaram a ter várias empresas oferecendo empregos e aumentos salariais", afirma o líder sindical. "Vimos placas de "precisa-se" nas portas das fábricas, algo que estava extinto havia 20 anos", diz Torres.

Mesmo quem não aproveitou a bonança, no segundo semestre, não ficou decepcionado. O Sindicato dos Eletricitários de Sergipe conquistou, com a Energisa, um acordo que apenas repõe a inflação. Mas Sergio Alves, presidente do sindicato, avalia que o acordo foi "dos melhores possíveis", uma vez que a principal demanda dos cerca de 900 trabalhadores era reduzir o reajuste de 66% que as mensalidades do plano de saúde sofreriam a partir de janeiro. "Rebaixamos para 24%, além de um abono de R$ 1 mil", diz Alves.
 

sábado, 11 de dezembro de 2010

Na Era Espacial Brasil rumo ao Cosmos


O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) lança ao espaço o foguete de médio porte VSB-30, desenvolvido por técnicos brasileiros. O equipamento vai levar para testes em ambiente de microgravidade cerca de dez experimentos de universidades, de institutos de pesquisas e de alunos do ensino fundamental que fazem parte dos programas desenvolvidos pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE).

De acordo com o coronel engenheiro Eudy Carvalhaes da Costa e Silva, coordenador-geral da operação, grande parte dos experimentos é voltada às áreas de tecnologia e biologia e alguns são diretamente relacionados ao desenvolvimento de sistemas para atividades espaciais. Ele explicou que objetivo da operação é colocar os experimentos a 100 quilômetros de altitude.

“O que interessa nesse lançamento é o tempo que o foguete ficará acima de 100 quilômetros de altitude, que é caracterizado um ambiente de microgravidade”, disse Carvalhaes em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional.

Segundo o coordenador, o foguete é projetado para percorrer 250 quilômetros e carregar 400 quilos. O tempo de voo total do foguete é de 18 minutos, incluindo o seu retorno à terra, no paraquedas.
"Dividindo em fases, há o lançamento, com a propulsão dos motores, que dura entre 29 e 30 segundos. Depois, entra em fase de voo balístico, em que ele [foguete] vai no embalo. Com dois minutos atingirá o ambiente de microgravidade, voará seis minutos nesse ambiente e depois reentrará na atmosfera”, explicou Carvalhaes.

Os técnicos envolvidos na operação vão fazer hoje  uma simulação da contagem regressiva para o lançamento e conferir todas as etapas do processo. A previsão é que o lançamento seja realizado neste domingo , entre as 10h e as 15h, no horário de Brasília.
"Não temos um horário preciso porque o lançamento depende das condições meteorológicas”, explicou o coordenador-geral da operação.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Tombini: inclusão financeira da população é importante para a política monetária

A inclusão financeira da população é  “de extrema importância para a condução da política monetária”, avaliou o indicado para a presidência do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, em sabatina no Senado.


“Quanto maior for a parcela da sociedade que efetivamente utiliza o sistema financeiro, seja obtendo crédito, seja investindo suas economias, maior será a eficácia da política monetária”, disse.

Tombini destacou que, “em uma sociedade plenamente incluída financeiramente, pequenas oscilações nas taxas de juros tendem a ter implicações maiores na expansão ou retração da demanda agregada, facilitando e reduzindo o custo do controle da inflação”.

Segundo ele, entre as medidas para inclusão financeira da população então os correspondentes bancários, o aperfeiçoamento do marco regulatório do cooperativismo de crédito e a criação da conta simplificada.

Tombini acrescentou que atualmente todos os municípios brasileiros dispõem de algum tipo de serviço bancário ou financeiro: são mais de 20 mil agências, cerca de 50 mil postos de atendimento bancários e mais de 158 mil caixas eletrônicos. O Sistema Financeiro Nacional gerencia atualmente mais de 142 milhões de contas ativas.

O principal instrumento da política monetária é a taxa básica de juros, a Selic. O Comitê de Política Monetária (Copom) do BC eleva a Selic para estimular a poupança e conter a expansão excessiva da demanda.

O comitê também pode não mexer nos juros básicos quando acredita que o patamar da taxa é suficiente para gerar equilíbrio entre o que se produz, o que se compra e os preços cobrados. Pode ainda reduzir a taxa Selic se o objetivo for aquecer o mercado consumidor e estimular a atividade econômica.



Por Kelly Oliveira

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Reconhecimento - ONU homenageia Lula com prêmio por luta contra a aids



O presidente Lula recebeu nesta quarta-feira um prêmio da Organização das Nações Unidas (ONU) pelo papel de seu governo no combate a aids. O diretor-executivo da Unaids, Michel Sidibé, qualificou o presidente como "uma inspiração na luta contra a aids". A cerimônia faz parte da comemoração do dia internacional da luta contra a doença.

Ao receber o prêmio do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/aids (Unaids) para a Liderança, Lula fez referência à África, o continente que apresenta o maior número de casos da doença e pediu uma "especial atenção".

"O combate à aids, à fome e à miséria são passos necessários e fundamentais para o surgimento de uma nova África, mais justa e igualitária", disse o presidente.

Lula citou os programas existentes no Brasil contra a doença, e criticou os "modelos de propriedade intelectual" que preservam as patentes dos remédios e criam "obstáculos que impedem muitos países pobres de oferecer os tratamentos".

O Presidente também fez um apelo para o fim do preconceito e manifestou "solidariedade às 33 milhões de pessoas no mundo que vivem com HIV".

O Ministério da Saúde aproveitou a cerimônia para anunciar uma nova campanha de prevenção, dirigida a jovens de 15 a 24 anos. Os dados apresentados apontam que, entre 2008 e 2009, o número de casos novos registrados no Brasil passou de 37.465 para 38.538, com um total de cerca de 630 mil contaminados, uma taxa de incidência de 20,1 para cada 100 mil habitantes.

Sidibé avaliou o "compromisso" do Brasil nesse combate, assim como sua decisão de "enfrentar grandes laboratórios na luta pelo direito de fabricar remédios", quebrando as patentes de empresas multinacionais.

Além disso, o diretor-executivo também citou como exemplo uma fábrica de medicamentos retrovirais que será instalada em Moçambique com apoio brasileiro e servirá para melhorar o atendimento à doença em toda África.

"Esses tipos de ações constituem uma liderança transformadora", afirmou Sidibé, que disse que atualmente 50 países mantêm campanhas de distribuição gratuita de preservativos inspirados em um modelo de prevenção que o Brasil aplica há mais de 10 anos.

Neste ano, o Brasil foi o primeiro país das Américas a ser escolhido para sediar as celebrações do Dia Mundial de Luta contra a aids. Ao agradecer a escolha, Lula afirmou que o êxito do País se deve "a atuação incansável dos profissionais e gestores da saúde e à militância dos inúmeros grupos da sociedade civil que defendem os direitos dos portadores de HIV".

- ENCONTRANDO DEUS -

"Não existe nada tão comovente nem mesmo atos de amor ou ódio como a descoberta de que não se está sozinho." Autor desconhecido.

O velho sábio, satisfeito com todo o conhecimento que adquirira através dos anos, com tudo o que acumulara com seu trabalho, percebeu que andava triste; desmotivado em relação à vida, sentiu, então, necessidade de conversar com alguém de seu nível intelectual e experiência. Lembrou-se, então, de Deus.

Há quanto tempo não pensava Nele; há quanto tempo desistira de contatá-lo, já nem sabia mais. -Curioso! somente agora, mais velho, pleno de conhecimento e com toda a tranqüilidade que me oferecem as minhas riquezas, é que estou sentindo falta de Deus. Por que será? Também - continua ele a matutar - neste mundo violento, nesta vida atribulada, quem é que consegue encontrar Deus? Assim pensando, providenciou cuidados adequados para seus bens materiais, para a família e partiu para o deserto em busca de Deus. A cada dia mais, vai penetrando naquela imensa desolação. Água, levara o essencial; comida, apenas, para não morrer de inanição. Assim vai ele, meditando, jejuando e a cada dia mais sozinho. Por fim; extenuado, sedento e faminto resolve abandonar a busca e permitir que a morte o leve até Ele.

Quando começa a pressentir a proximidade dela, uma voz suave vinda de não sabe onde - dando até a impressão de vir de dentro de sua própria mente - o chama dizendo: "Meu filho, por que buscas a Mim, aqui no meio do deserto? "Ele desperta daquele torpor e, mesmo fraco, tem forças para circunvagar o olhar em busca da Origem daquelas palavras. Mas, nada vê. Quando pensa em abandonar-se novamente, a mesma voz o chama dizendo: "Meu filho! Eu estou aqui, em nosso ponto de encontro. Aqui, dentro de teu coração". -Vá; não blasfemes ! Afasta-te e deixa, ao menos, que eu morra em paz. -Não te atemorizes. És parte de mim. Tu Me carregas, inconscientemente, em tuas células e Me contatas através do coração, como sempre fizeste, antes de te tornares "rico" e "sábio".

Estávamos em contato, quase permanente, quando oravas nas ruas, através de um sorriso amoroso dirigido a um velho triste ou a uma criança carente, que também era Eu. Caminhavas Meu caminho, quando o teu dízimo era um pão dado ao faminto da matéria ou uma palavra de carinho ao teu irmão, sedento de amor.Tu eras Eu, nos instantes em que tuas mãos acolhiam e amparavam a tua irmã mais velha que, já alquebrada, labutava com dificuldade na caminhada terrena. Por estes motivos que te enumerei e mais outros tantos, é que não me procuravas. Não sentias falta da Minha Presença porque, naqueles momentos, estava ativa a Minha Essência em ti.

Estamos inevitavelmente ligados, sempre. Somente não o percebes, porque está te faltando, agora, o amor espontâneo, a doação que te encaminha a esta percepção natural de nossa ligação eterna. Filho, ouve com atenção estas palavras, para que teu coração as tenha gravadas, quando despertares:

AAAMAAA ! E, somente assim, perceberás a Minha Presença em ti.

Por Carlos Gama

A JANELA E O CASTIGO

Certa vez, dois homens estavam seriamente doentes na mesma enfermaria de um grande hospital. O cômodo era bastante pequeno e nele havia uma janela que dava para o mundo. Um dos homens tinha, como parte do seu tratamento, permissão para sentar-se na cama por uma hora durante as tardes (algo a ver com a drenagem de fluido de seus pulmões). Sua cama ficava perto da janela.

O outro, contudo, tinha de passar todo o seu tempo deitado de barriga para cima. Todas as tardes, quando o homem cuja cama ficava perto da janela era colocado em posição sentada, ele passava o tempo descrevendo o que via lá fora.

A janela aparentemente dava para um parque onde havia um lago. Haviam patos e cisnes no lago, e as crianças iam atirar-lhes pão e colocar na água barcos de brinquedo. Jovens namorados caminhavam de mãos dadas entre as árvores, e havia flores, gramados e jogos de bola.E ao fundo, por trás da fileira de árvores,avistava-se o belo contorno dos prédios da cidade.

O homem deitado ouvia o sentado descrever tudo isso, apreciando todos os minutos. Ouviu sobre como uma criança quase caiu no lago e sobre como as garotas estavam bonitas em seus vestidos de verão. As descrições do seu amigo eventualmente o fizeram sentir que quase podia ver o que estava acontecendo lá fora...ficando todos os dias mais feliz e se recuperando.

Então, em uma bela tarde, ocorreu-lhe um pensamento: por que o homem que ficava perto da janela deveria ter todo o prazer de ver o que estava acontecendo? Por que ele não podia ter essa chance? Sentiu-se envergonhado, mas quanto mais tentava não pensar assim, mais queria uma mudança. Faria qualquer coisa!Numa noite, enquanto olhava para o teto, o outro homem subitamente acordou tossindo e sufocando, suas mãos procurando o botão que faria a enfermeira vir correndo. Mas ele o observou sem se mover... mesmo quando o som de respiração parou.

De manhã, a enfermeira encontrou o outro homem morto e, silenciosamente, levou embora o seu corpo. Logo que pareceu apropriado, o homem perguntou se poderia ser colocado na cama perto da janela. Então colocaram-no lá, aconchegaram-no sob as cobertas e fizeram com que se sentisse bastante confortável.

No minuto em que saíram, ele apoiou-se sobre um cotovelo, com dificuldade sentindo muita dor, e olhou para fora da janela.

VIU APENAS UM MURRO !!

(autor desconhecido)

O AMAR E O AMOR

Um esposo foi visitar um sábio conselheiro e disse-lhe que já não mais amava sua esposa e que pensava em separar-se. O sábio escutou-o, olhou-o nos olhos e disse-lhe apenas uma palavra:- Ame-a! E logo se calou.- Mas, já não sinto nada por ela!- Ame-a! disse novamente o sábio.E diante do desconcerto do esposo, depois de um breve silêncio, disse-lhe o seguinte:"Amar é uma decisão, não apenas um sentimento; amar é dedicação e entrega. Amar é um verbo e o fruto dessa ação é o amor. O amor é um substantivo, um exercício de jardinagem: arranque o que faz mal, prepare o terreno, semeie, seja paciente, regue e cuide. Esteja preparado porque haverá pragas, secas ou excessos de chuvas, mas, nem por isso, abandone o seu jardim. Ame seu par, ou seja, aceite-o, valorize-o, respeite-o, dê afeto e ternura, admire e compreenda-o. Isso é tudo. Ame, simplesmente ame!" A inteligência sem amor, lhe faz perverso. A justiça sem amor faz você implacável. A diplomacia sem amor faz você hipócrita. O êxito sem amor faz você arrogante. A riqueza sem amor faz você avaro. A docilidade sem amor, faz você servil. A pobreza sem amor faz você orgulhoso. A beleza sem amor faz você fútil. A autoridade sem amor faz você tirano. O trabalho sem amor faz você escravo. A simplicidade sem amor deprecia você. A oração sem amor faz você introvertido e sem propósito. A lei sem amor escraviza você. A política sem amor deixa você egoísta. A fé sem amor deixa você fanático. A cruz sem amor se converte em tortura. A vida sem amor não tem sentido. Autor desconhecido.

Reconhecimento:

"Glória aos heróis que traçaram o nosso destino na geografia do mundo livre, sem eles o Brasil não seria grande como é." - Cassiano Ricardo, poeta